CURIOSIDADE

Pipas Para Captação de energia elétrica utilizando pipas

A empresa italiana KITEGEM, planeja utilizar a força dos ventos de uma maneira não convencional, para gerar energia elétrica.
Reduzindo os custos e simplificando o processo de obtenção de energia renovavel utilizando-se de pipas que voam entre 800 a 1000 metros de altitude.

Os movimentos das pipas , são controlados automaticamente por um computador. As pipas através de cabos são ancoradas a uma extrutura que rotaciona gerando energia eletrica a cada momento que a força dos ventos puxa e retrai o cabo. Esta extrutura é parecida com a turbina de alta altitude, só que as p´s da turbina, são substituidas pelas pipas.
Veja no link abaixo, um projeto desta empresa, que começa a funcionar em 2010.

Pirâmides Foram Erguidas com a Ajuda de Papagaios?

Por PEDRO FONSECA, Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2001 – PUPLICOLINE

Teorias sobre o mistério destesmonumentos

Ninguém sabe como as pirâmides foram erguidas mas uma nova teoria aponta para a possibilidade de o terem sido com a ajuda de papagaios de linho.

As pirâmides egípcias foram construídas há mais de 3000 anos. A maior, localizada em Gizé, tem 2,3 milhões de blocos de pedra, algumas pesando nove toneladas, mas ninguém sabe como foram sobrepostas. A suposição mais divulgada aponta para milhares de pessoas a empurrarem os enormes blocos de pedra por rampas durante vários anos.

Agora, uma nova teoria afirma que a elevação das pedras – bem como dos obeliscos – foi conseguida recorrendo aos papagaios de papel, então feitos com linho. As experiências para o demonstrar correram bem a um grupo liderado pela consultora californiana Maureen Clemmons.

O interesse de Clemmons pelas pirâmides e obeliscos começou há quatro anos, quando viu fotos de um conjunto de homens a levantar um obelisco num artigo da revista “Smithsonian Magazine” de Janeiro de 1997. “Vi muitos homens a empurrar e puxar, mas o obelisco não se elevava a mais de 40 graus”, explicou ao PÚBLICO. “Pensei que teria de haver uma forma mais fácil para erigir os monumentos da antiguidade e decidi tentar uma alternativa à teoria do trabalho manual”.

A alternativa surgiu um mês depois, com a lembrança da tomada de Constantinopla pelo “viking” Oleg. “Ele não podia atacar a cidade pelo lado do mar, porque a corrente do Bósforo atravessava a baía”, recorda Clemmons. “Então levou os seus barcos à volta da cidade, colocou-os em troncos de madeira, içou as velas e velejou por terra firme até às portas da cidade”. Os “vikings” eram marinheiros experimentados e “os seus barcos pesavam mais de quatro toneladas pelo que pensei que, usando a mesma tecnologia, os antigos egípcios podiam ter dominado o vento para construir os monumentos”.

Clemmons recorreu a modernos papagaios feitos de “kevlar”, um material muito resistente, capaz de agüentar forças relativamente fortes, explica Gomes da Cruz, presidente da Federação Portuguesa de Vôo Livre.

Foi em Junho de 1997 que Clemmons começou a usá-los no terreno para testar a sua teoria, quando tentou levantar, sem sucesso, um obelisco de 180 quilos diretamente ligado a um papagaio. No final desse ano, usando um “parafoil” (papagaio preso a viatura), conseguiu elevar um tronco de sequóia com 2,5 metros de comprimento. No ano seguinte, o obelisco inicial foi levantado na horizontal com uma asa delta e um “parafoil”, depois de os papagaios ficarem destruídos na experiência.

Para aprofundar a sua teoria, Clemmons contatou diversos departamentos universitários até chegar a Mory Gharib, professor de aeronáutica no Instituto de Tecnologia da Califórnia, na Primavera de 1999. Enquanto Clemmons tenta cativar financiadores para o projeto, Gharib e o estudante Emilio Graff testam a validação teórica do sistema, que passa basicamente pelo uso dos papagaios, um sistema de roldanas ligado a uma estrutura vertical de andaimes e uma plataforma rolante onde os objetos a levantar são colocados.

A partir de Outubro de 2000, sucedem-se mais experiências no terreno. Os resultados passam pela destruição de um obelisco de 4,5 metros de altura e 3,5 toneladas de peso, cordas que não agüentam o peso, falta de vento ou obeliscos levantados na horizontal (o que permitiu calcular que os papagaios suportaram um peso de 4,5 toneladas).

Em Maio deste ano, concluíram com sucesso um teste e, um mês depois, chamaram a comunicação social para testemunhar a repetição da proeza. Dois homens, seis polias e um papagaio, ajudados por ventos de 25 a 30 quilômetros por hora, levantaram um obelisco com 3,4 toneladas de peso em 25 segundos. Como explica Clemmons, “o papagaio providenciava toda a tração e elevação para erguer o monumento, enquanto as polias davam-nos vantagens mecânicas e os homens pilotavam o papagaio”. Gomes da Cruz não tem dúvidas de ser possível usar papagaios para estas tarefas.

No entanto, com um sistema semelhante de roldanas e muita mão-de-obra disponível, os papagaios seriam dispensáveis no antigo Egito ou então, por uma questão de rapidez, foram realmente usados, mas porque não existem relatos ou imagens dessas obras de engenharia com pessoas a manobrar os papagaios?

Os antigos sacerdotes podem não ter querido divulgar os segredos técnicos às massas, diz Clemmons. “Penso existirem imagens de egípcios a fazer voar papagaios mas não as soubemos interpretar”, afirma. “Acho que as asas que vemos no topo dos antigos monumentos egípcios são, na realidade, representações de papagaios”.

Aliás, nessa senda, a consultora propôs-se desde 1998 demonstrar que certos símbolos egípcios antigos são ferramentas que ganharam conotação religiosa, um trabalho explicado em detalhe no sítio Web Archeologee. O que faz sentido para Clemmons é que populações localizadas em zonas ventosas e com domínio nas artes da navegação facilmente teriam engendrado o uso de papagaios para algumas atividades. As edificações de Stonehenge ou os monumentos incas nos Andes encaixam igualmente neste grupo.


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